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Jacques Lacan - Pensamentos

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"A angústia é a maior fonte da criação".

"A criança, interiorizando a Lei, identifica-se com o pai e faz dele seu modelo. A Lei torna-se então libertadora: pois, separada da mãe, dispõe de si mesma, toma consciência do que se deve fazer e se orienta em direção ao futuro. Insere-se no social, na Cultura e entra na linguagem".

"A função do estádio do espelho revela-se para nós... como um caso particular da função da imago, que é estabelecer uma relação do organismo com sua realidade.... A noção objetiva da incompletude anatômica do sistema piramidal... confirma a visão que formulamos como o dado de uma verdadeira prematuração específica do nascimento no homem".

"A lei e o desejo recalcado são uma só e mesma coisa."

"A lei do homem é a lei da linguagem."

"A linguagem, sem dúvida, é feita de a-língua. É uma elocubração de saber sobre a-língua. Mas o inconsciente é um saber, um saber-fazer com a-língua."

"A mulher não existe."

"A psicoterapia conduz ao pior."

"A transferência é a realidade do inconsciente posta em ato."

"A transferência é uma relação essencialmente ligada ao tempo e seu manejo."

"A verdade não é outra coisa senão o que o saber só pode aprender que sabe ao pôr em ação sua ignorância."
(Escritos, Subversão do sujeito e dialética do desejo no inconsciente freudiano p.812)

"A verdade tem estrutura de ficção."

"Convém... introduzirmos um certo Grafo... que foi construído... para situar, em seus níveis, a estrutura mais largamente prática dos dados de nossa experiência. Ele nos servirá, aqui, para expor onde se situa o desejo em relação a um sujeito definido por sua articulação pelo significante".

"Desidero é o coyifo freudiano."

"Deus é inconsciente."

"Do mesmo modo, foi reconhecendo a subjetivação forçaa da dívida obsessiva (do Homem dos Ratos)... que Freud chegou a seu objetivo: ou seja, fazê-lo encontrar na história da indelicadeza de seu pai, de seu casamento com sua mãe, da moça "pobre mas bonita", de seus amores feridos,... a hiância impossível de preencher da dívida simbólica, da qual a neurose é o protesto".


Emílio Granzotto, esntrevistando Lacan para a revista italiana Panorama em 1974, indaga-o: O que leva as pessoas a se analisarem? Lacan responde: "O medo. Quando lhes acontecem coisas que, mesmo desejadas, quando elas acontecem, elas não compreendem. Por isso o homem tem medo. Ele sofre por não compreender e, pouco a pouco, cai num estado de pânico. É isso a neurose. Na neurose histérica, o corpo fica doente devido ao medo de estar doente, até mesmo, sem o estar na realidade. Na neurose obsessiva, o medo coloca coisas bizarras na cabeça, pensamentos que não podemos controlar, nas fobias as formas e os objetos adquirem significações deversas, e... geram medo."

"Longe de ser a loucura o fato contingente das fragilidades de um organismo, ela é a virtualidade permanente de uma falha aberta na sua essência. Longe de ser para liberdade 'um insulto', ela é sua mais fiel companheira, ele segue seu movimento como uma sombra. E o ser do homem não pode ser compreendido sem sua loucura, assim como não seria o ser do homem se não trouxesse em si a loucura como limite de sua liberdade."

"Mais-além do que o sujeito demanda, mais-além do que o outro demanda ao sujeiuto, há o que o outro (a mãe) deseja. Insistimos em várias ocasiões no que a dimensão do desejp define: ser situado no desejo do Outro.... Poderemos reportar-nos, entre outras coisas, à análise do sonho da "bela açougueira", que cria para si um desejo insatisfeito... e só assume seu desejo sob a forma do de sua amiga".

"Na civilização mecânica, não há mais lugar para o tempo mítico, senão no próprio homem".

"Não cederás no que tange ao teu desejo."

"Não há metalinguagem."

"Não há, na análise, outra resistência que a do analista."

"Não há Outro do Outro."

"Não há relação sexual."

"Não retroceder frente à psicose."

"Nossa fórmula de que o desejo do homem é o desejo do Outro aponta para essa origem, em que o desejo se constitui como desejo de um desejo".

"O inconsciente é a condição da linguística."

"O inconsciente é essa parte do discurso concreto, enquanto transindividual, que o sujeito não tem à sua disposição para restabelecer a continuidade do seu discurso consciente".

"O inconsciente é o capítulo de minha história que é marcado por um branco ou ocupado por uma mentira: é o capítulo censurado".

"O inconsciente é o significante em ação."

"O amor é dar o que não se tem."

"O analista só se autoriza por ele mesmo."

"O bem-dizer não diz onde está o Bem."

"O desejo é a essência da realidade."

"O desejo é sua interpretação."

"O desejo fundamental é ser desejado"

"O desejo reproduz a relação do sujeito com o objeto perdido".

"... o desejo do homem encontra seu sentido no desejo do outro, não tanto porque o outro detenha as chaves do objeto desejado, mas porque seu primeiro objeto (do desejo do homem) é ser reconhecido pelo outro".

"O enigma é o cúmulo do sentido."

"O estágio do espelho tem o interesse de manifestar o dinamismo afetivo pelo qual o sujeito se identifica primordialmente à Gestalt visual de seu próprio corpo: ela é, em relação à incoordenação ainda ,uito profunda de sua própria motricidade, unidade ideal, imagem salutar. É valorizada pela fraqueza original, ligada à discordância intra-orgânica e relacional do pequeno homem... "

"O estatuto do inconsciente é ético, e não ôntico."

"O eu é o sintoma humano por excelência."

"O maior temor do neurótico é se deparar com a castração do Outro."

"O olhar é o avesso da consciência."

"O pai (do Homem dos Ratos)... nunca pôde saldar sua dívida.... Por outro lado, há alguma coisa que podemos chamar, na história do pai, de substituição: substituição da mulher pobre pela mulher rica no amor do pai. E, no interior da fantasia desenvolvida pelo sujeito (o Homem dos Ratos),... vemos que, para que a dívida seja quitada, não se trata de pagá-la ao amigo, trata-se de pagá-la à mulher pobre.... É como se os impasses próprios da situação original, a saber, aquilo que não foi resolvido em algum lugar, se deslocassem..., se reproduzissem sempre em algum ponto".

"O psicanalista faz parte do conceito de inconsciente."

"O que importa quanto amores você tem se nenhum deles te dá o universo?"

"O que não veio à luz no simbólico, aparece no real."

"O que o ser humano mais quer é ser desejado por outro ser humano."

"O real é impossível."

"O real é o que responde ao acaso."

"O sintoma é a estrutura."

"O sintoma é a inscrição do simbólico no real."

"Penso onde não sou (estou), logo sou (estou) onde não penso."

"Sabemos porque todos nós inventamos um truque para preencher um buraco (trou) no Real. Ali onde não há relação sexaul, isso produz troumatisme. Intenta-se. Inventa-se o que pode, é claro."
(O Seminário, Livro 21, Les non-dupes errent.)

"Se o desejo do sujeito deve passar pelos desfiladeiros do significante, pois a linguagem existe... Se o Outro é o lugar do desdobramento da palavra - a outra cena -, é necessário colocar que o desejo do homem é o desejo do Outro".

"Toda palavra tem sempre um mais além, sustenta muitas funções, envolve muitos sentidos. Atrás do que diz um discurso, há o que ele quer dizer e, atrás do que quer dizer, há ainda um outro querer dizer, e nada será nunca esgotado."

"Um significante é o que representa um sujeito para outro significante".

"Uma psicanálise é o tratamento que se espera de um analista."

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